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Diário

24/06/2008 22h14
São João é "Trem Bão"
Somente uma festa típica do interior nordestino pode renovar as energias da gente...
Eu planejei meu feriadão (sexta, sábado, domingo, segunda e terça) com bastante antecedência... Mas quase nada saiu como planejado. Graças a Deus!!!
Primeiro, eu sairia do trabalho, às 14 horas de sexta-feira, dia 20.06.2008, de Salvador, direto para Jequié/Ba. Iriam comigo: minha irmã China, meu cunhado Roberto, meu sobrinho Roberto Junior e uma amiga Louise. Roberto estuda à noite e perderia a aula para viajar. Louise estava com uma outra programação e dependeria de alguém desistir para que ela fosse com sua turma para Lafayete Coutinho.
Na quinta-feira, Felipe, meu amigo, me ligou e me pediu um favor: dormir em sua casa para pegar sua mãe, Lourdes, minha amiga, na rodoviária. Ela chegaria de Angra dos Reis/RJ, na sexta, 20, após quase seis meses adiando a volta à Bahia. Concordei, acertei tudo, mas depois me lembrei que eu viajaria... Pedi desculpas e lhe desejei Feliz São João... Cinco minutos depois retornei a ligação e disse que tinha adiado a viagem, somente para pegar minha amiga na estação rodoviária... Tudo acertado... Quando eu já tinha remarcado minha ida a Jequié, Felipe me liga e me pede desculpas: sua mãe remarcou a volta a Salvador para 08.07.2008... Durma-se com um barulho desses!!!
Resolvi aproveitar a esticada antes da viagem. Saí com Louise para tomar umas cervejas. Cheguei em casa à 01:00 h da madrugada de sábado... Acordei às 04:00 hs e parti uma hora depois para o interior, dirigindo, sonolento, morrendo de cansaço e pedindo a Deus que Jequié viesse ao meu encontro, para me poupar energias... Em Jequié, curti o São João com meus familiares. Comi canjica, bebi vinho e licor, provei milho verde, amendoim cozido, rabada, e tudo o que pude comer. Bebi pouca cerveja. Mas aproveitei a festa gratuita com bandas de forró na Praça da Bandeira, no sábado à noite.
Louise tinha ficado na festa e voltou para casa de madrugada. De manhã, caiu da cama, quebrou a testa e me deu preocupações. Levei-a ao Hospital Regional Prado Valadares, onde foi prontamente atendida e medicada. Fora de perigo, e com mais de um litro de glicose no corpo, ela dormiu o dia inteiro. Aproveitei e tirei o domingo para navegar na internet e responder aos e-mails, ler notícias de Salvador e região. Visitei alguns amigos, li um pouco e dormi à tarde. Resolvi não ir ao forró que rolava no centro da cidade. Fiquei perambulando pelas ruas da Cidade Sol até ficar com sono. Acabei dormindo a noite inteira.
Segunda-feira dei voltas e mais voltas por Jequié inteira, abasteci o carro, preparei as malas para o retorno... Depois, fui, com China, Roberto Jr, Louise e Valdeck Jr a Lagedo do Tabocal, visitar uma amiga: Silvinha. Rodamos a cidade inteira à procura dela e finalmente a encontramos num bingo que acontecia no centro da cidade. Durante o sorteio, acabei encontrando uns parentes que não via há mais de vinte anos. Fomos para a casa de Maxwel (primo ?) e sua esposa Léo (uma visinha de 20 anos atrás). Ali conheci o restante da família. Comemos, bebemos, conversamos e à noite voltei para Jequié, onde jantei com meus irmãos Valquíria, Vivaldo, Valdecy e Ivonete, bem como meus sobrinhos Roberto Junior, Paula Fernanda e Delma, sem esquecer meu filho Valdeck Junior.
Hoje, terça-feira, dia 24.06.2008, acabou a festa.
A viagem de volta a Salvador foi menos cansativa do que eu esperava. Às 9 horas, parti com Louise. Na ida a Jequié gastei 7 horas de viagem; para Salvador, somente 4,5 horas. O trânsito fluiu tranqüilo e sem sobressaltos. Agora estou me preparando para o trabalho, amanhã cedo...
Publicado por Valdeck Almeida de Jesus em 24/06/2008 às 22h14
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17/06/2008 09h34
Poesia é minha vida!
O sonho é o último limite da vida.
Após ele, existe o vazio...
Valdeck Almeida de Jesus
Publicado por Valdeck Almeida de Jesus em 17/06/2008 às 09h34

29/01/2008 11h36
Festa e alegria...
Dia 27 de janeiro de 2007 fui a Monte Gordo, um distrito de Camaçari, no litoral norte da Bahia. Fica a 50 e poucos quilômetros de Salvador. Levei meu cunhado, minha irmã, dois sobrinhos e meu filho Jr.
Planejei pegar um bronze na praia de Guarajuba, uma das mais badaladas daquelas bandas...
Chegando à casa de minha amiga me sentei no sofá, depois umas voltas pelo enorme quintal, continuei lendo o livro "A insustentável leveza do ser", de Milan Kundera e pensei: "é melhor ficar aqui, vendo o tempo passar, descansando". Os meninos já estavam enturmado com a neta de minha amiga e me bateu aquele cansaço...
Sabe quando você se esforça a semana inteira, numa luta frenética, do computador para o carro, do cinema para o jornal, da internet para a TV, sai, anda, sobe, lê, etc... e tal? Eu estava esgotado e não sentia o peso nas costas... Precisou um lugar tranquilo para que eu percebesse que estava muito cansado.
Passei o dia i n t e i r o sem fazer nada a adorei... A gente precisa de um descanso, nem que seja de vez em quando. Não somos máquinas, homens (seres de carne e osso) é que somos, parafraseando Charles Chaplin.
Por isso estou re-re-refazendo meus conceitos... Agora vou tirar sempre um tempo para não fazer nada, nem PENSAR, nem PLANEJAR, nem NADA. A alma precisa, o corpo pede...
E este é o conselho que te dou: Cuide de você... Lembra que falamos sobre tirar férias para TRABALHAR? Tire uma semana, uma tarde, qualquer tempo serve, mas fique consigo mesma, sem fazer nada, DESCANSANDO... Quero ouvir o que você sentiu no descanso...
Publicado por Valdeck Almeida de Jesus em 29/01/2008 às 11h36

29/10/2007 11h32
Trem suburbano - Salvador/Ba
Eu dou graças a Deus por morar perto do trabalho e não precisar do transporte público de Salvador, que é, em minha opinião, um dos piores do Brasil.
Conheço outras cidades como Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo, Madri, Nova York e Havana.
O transporte por ônibus em Salvador é uma tragédia: ônibus velhos, desconfortáveis, tarifa muito alta. Pior que o sistema de transporte de Salvador, apenas o de Havana (Cuba).
Falando sobre o trem. Que trem? Aquela carroça, uma verdadeira geringonça que circula da Calçada a Paripe? Alguém ousa chamar um monte de ferro velho de trem?
Já usei algumas vezes, por curiosidade, não por necessidade.
A população de baixa renda da suburbana não tem alternativa. Ou vai de trem ou paga quatro vezes mais no ônibus.
Quem viaja de trem em Salvador está sujeito a tomar pedrada dos moradores do entorno das linhas férreas... Mesmo com o serviço de segurança nas estações, ainda ocorrem abusos de vendedores, assaltantes e outros inconvenientes.
Mesmo depois de ter sido municipalizado o serviço e de ter havido uma reforma nas estações e no sistema ferroviário há muito por fazer.
Sugiro que retire as sucatas que ainda funcionam e jogue no lixo, refaça toda a linha férrea, adaptando a bitola ao sistema do metrô, compre novos trens, que as estações sejam modernizadas com catracas eletrônicas (as mesmas que serão usadas no metrô) e se faça uma readaptação no pessoal que presta serviço. Mesmo assim, muita coisa ainda não vai funcionar como deveria.
Publicado por Valdeck Almeida de Jesus em 29/10/2007 às 11h32
Página atualizada em 06.09.08 00:22
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